Grobsch
artes, esportes e muito mais
artes, esportes e muito mais
30/04/12
Caros leitores, estou disponibilizando para leitura de todos o meu terceiro livro digital, o conto “Liana & Saulo”. Este conto tem dois registros de número de ISBN para os formatos .swf e .pdf, sendo que o primeiro formato é para leitura online através do Flexpaper – clique abaixo para ler online – enquanto o formato .pdf para download e leitura utilizando programas específicos. O ebook em formato PDF poderá ser baixado no meu bazar virtual.
Todos os diretos do conto são reservados a Flavio Pereira de Oliveira. Nenhuma parte deste livro digital pode ser reproduzida, usada, redistribuída, vendida, comercializada em hipótese alguma, nem utilizada para fins comerciais, além disso, o livro digital não pode ser impresso já que os direitos da presente edição permitem exclusivamente a leitura dos formatos diretamente através deste site e/ou em programas de leitura de PDF. O arquivo SWF não pode ser baixado nem distribuído de nenhuma maneira.
11/04/12
O clássico. Existe um apanhado de filmes, livros, obras de arte, edificações, discos e outros objetos artísticos classificados como clássicos, apesar da pouca valia de qualquer nomenclatura e crítica especializada. É da natureza humana catalogar, classificar e montar listas, e todos defendemos nossos clássicos pessoais como times esportivos. Um aguerrido fã de Woody Allen confrontará qualquer um que desmerecer um filme do ídolo, um fã de Rolling Stones idem, e assim em diante. Renato Russo certa vez disse que todos os discos do Legião Urbana tem ao menos um clássico, exagero de autor o qual é o menos indicado a imputar tal epíteto.
Aqueles que me conhecem pessoalmente sabem da maioria dos meus clássicos, mas como eu determino estes? Clássico é algo que não apenas uma vez nos emociona, que faz parte da nossa vida, que desejamos rever, desejamos entender, quase procurando memorizá-lo. Clássico tem que trazer da recordação algo guardado nos melhores cantos da memória antes da repetição, como uma cena de um filme, um parágrafo de um livro, uma passagem melódica em uma canção. Clássico é algo pessoal e intransferível, cada qual tem os próprios.
Recentemente comprei o magistral filme de Gérard Corbiau intitulado “Le Maître de Musique (O Mestre da Música)”, filme este que não revia tinha uma década ao menos, e pude perceber porque sempre menciono este entre meus clássicos, pois logo as cenas foram pipocando das minhas lembranças.
27/03/12
Um Boston Red Sox remodelado inicia em breve a caminhada rumo a uma classificação para playoffs que dramaticamente escapou na última partida temporada passada. Além de um novo manager, Bobby Valentine, alguns jogadores de médio porte foram contratados e apenas dois nomes de maior expressão entraram para o time.
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Entre as mais importantes contratações estão Kelly Shoppach, que vem para ser o catcher reserva, Nick Punto que será o ‘utility man’ podendo cobrir as posições de infield especialmente shortstop, Ryan Sweeney, espetacular defensor, que será o quarto jardineiro mas inicia como titular enquanto Crawford se recupera de contusão e Cody Ross, contratação fundamental, que vem substituir o inexpressivo J.D. Drew e tem bom poder ofensivo. Para o bullpen vieram Andrew Bailey, a aquisição de mais nome na lista, o ótimo fechador dos As vem para substituir Papelbon na mesma posição e Mark Melancon, fechador dos Astros, vem para ser um fortíssimo setup no Boston, substituindo Daniel Bard que irá para a rotação. Alguns outros nomes tiveram contratos de minor league, como Aaaron Cook, Vicente Padilla, Roos Ohlendorf, Jason Repko e Carlos Silva. Boston perdeu alguns jogadores também, Marco Scutaro, Papelbon, Jed lowrie, Kyle Wieland, Drew e Varitek se aposentou.
Ellsbury (CF), Pedroia (2B), Gonzalez (1B), Youkilis (3B), Ortiz (DH), Crawford (LF), Ross (RF), Saltalamacchia (C) e Aviles (SS). Crawford inicia o ano no DL-15 portanto Ross jogará de LF e Sweeney de RF. No banco, Nick Punto, Kelly Shoppach, Ryan Sweeney e Nate Spears. Tanto no ataque quanto na defesa é um forte lineup, com possibilidades de fazer estrago em qualquer arremessador.
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24/03/12
Todo contador de história acaba criando universos e nesta tarefa necessita evitar os erros que nascem da preguiça, da criatividade excessiva, da congestão de possibilidades, da perniciosa inventalibidade. Cada história tem cenário e pano de fundo, seja a contada por um avô para o neto seja a contada em filmes e livros, e além da moldura cenográfica ainda existem os truques inadequados, aqueles utilizados para dar algum sentido e, principalmente, verdes monstros ululando, aqueles para finalizar uma enredo.
Um aviso deste escritor para todos que querem contar uma história, seja em formato de livro, de roteiro, de peça, de causo, de cordel: Evitem ser criativos demais onde existe impossibilidade e jamais finalize uma obra sem total certeza da qualidade do epílogo, além disso, é melhor simplificar do que exagerar e cair em erros ridículos.
Vagando por textos e roteiros todos reparam nos absurdos normalmente postos na tentativa de conduzir o apreciador ou na busca para amarrar algo esdrúxulo. Um dos mais irritantes e permitidos erros na artes de contar histórias está na incapacidade do calor em queimar. Ao redor de qualquer chama existe calor, fato, portanto, quando George Lucas inventa uma luta de sabre de luz sobre pedras flutuando a um metro acima de lava derretida, deveria matar os jedis. O mesmo vale para os pequenos hobbit fugindo de um vulcão em erupção, pulando e se esquivando de poças e jatos ferventes. A temperatura em ambos os casos deveria estar em centenas de graus e nossos famosos personagens cozidos.
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